Se houvesse um prémio para a pessoa mais sonhadora deste mundo esse prémio seria meu.
Mas eu não sonho aqueles sonhos de olhos fechados. Não, esses toda a gente os pode ter e não dependem de nós. Eu gosto é de sonhar de olhos abertos, de voar na minha imaginação, nas minhas ambições, nos meus desejos, nas minhas vontades, de voar, voar e voar... E depois caio. É verdade, muitas vezes caio e das mais variadas alturas. Era tão mais fácil que tudo fosse como sonhamos... Que, por um toque de magia, o que nos vai na alma saltasse para a realidade num sopro do vento. Se assim fosse, eu era imensamente feliz. Não é que agora seja infeliz, mas parece que o ser humano nunca esta satisfeito, que lhe falta sempre alguma coisa. Por isso é que tem tanta necessidade de sonhar acordado. Eu, pelo menos, tenho muita. Olho para um grão de areia e imagino um deserto, vejo uma flor e idealizo logo um jardim e, quando dou por mim, já me encontro num mundo completamente cor-de-rosa onde tudo é perfeito. Olhem que às vezes duvido da minha sanidade mental!
Mas independentemente de ser, ou não, normal, continuarei a sonhar, porque ao menos nesses momentos a perfeição existe e está ao meu alcance.
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