quarta-feira, 28 de abril de 2010

Aaaahhhh... Já passou.

Podia ser um ataque da minha queria Cléo, mas foi tudo menos encenado!
Apetecia-me um gelado, queria mesmo experimentar o Magnum Gold. Posso até dizer que só sai de casa para ir comer um gelado! Fui a um cafezito ali no centro da cidade e, enquanto os restantes escolhiam o que queriam e não, qual não é o meu espanto quando vejo isto no vidro do café:O cartaz do MEU Teatro! Morri vinte vezes e voltei a viver outras tantas. Não, não estava psicologicamente preparada para ver a minha cara aí pela rua...
Mas o pior nem foi isso! Foi mesmo o meu querido papá dizer à senhora do café que merecíamos um desconto porque a rapariga que estava a pedir os gelados (eu, entenda-se) estava ali no cartaz. E pronto, ao "Faça favor, Cleópatra", "Então a experiência é assim... Olha, tu és a Cleópatra!", junta-se o "Ah... Pois é ela, é...".


P.S.- Sobrevivi, apesar de não haver Magnum Gold e ter de me ficar pelo habitual de Amêndoas...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Brufen, JÁ!

Não há nada pior para uma pessoa que tenha a voz como seu "instrumento de trabalho" do que ficar, de repente, com uma dor de garganta.
A Joana-adolescente-normal pouco se importaria com tal, mas a Joana-pseudo-actriz está deveras preocupada! Dói-me imenso a garganta, acho que está mesmo inflamada... Temo o pior, sim, porque a Estreia está aí não tarda e aproximam-se tempos conturbados: alterações climáticas, o meu Benfica a ser campeão, SABs e afins...

Mas para grandes males, grandes remédios. Está a atacar!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Porquês (Take 5)

Porque é que quando os dias de Feira calham ao fim-de-semana esta passa automaticamente para segunda e quando são os Feriados não?
Não acho bem. Não acho mesmo nada bem!...


(Ahh... E viva a Liberdade!)

sábado, 24 de abril de 2010

Ele há com cada coisa!

Numa daquelas conversas que só se têm nas aulas de Psicologia, falou-se de horóscopos, da "compatibilidade" que tínhamos ou não com o perfil que nos era traçado pelo nosso signo. Foi então que me lembrei de uma prenda que me tinham dado onde constava a seguinte descrição:

«Ainda que de aparência tranquila, são de carácter forte, duro e obstinado, que os ajuda a conseguir o que pretendem. Estóicos por natureza, os touros podem fazer gala da maior paciência e apesar de poderem fazer cálculos a velocidade vertiginosa, tomarão as suas decisões com lentidão e reflexão. De disposição brincalhona, a sua lealdade e apreço pelos amigos vai além dos limites imagináveis!! Encanta-lhes o lixo, mas sem estragar, adoram as artes, o verde dos campos e o azul do céu. Mas cuidado!!... Não confies que o touro com a sua paciência aguenta uma outra vez, se insistires em "chateá-lo" o touro é capaz de "rebentar" e fazer vibrar o univeeeeeerso!!!»

Acho que não tenho mesmo nada a acrescentar.
(Assustador? Talvez...)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A "Chorona"...

23 de Abril: Dia da Escola e Bênção dos Finalistas, ou seja, a minha bênção!
Eu juro que tentei, mas não consegui conter as lágrimas. Foram seis anos a ver as mesmas caras, a percorrer os mesmos corredores, a ver os mesmos sorrisos, a partilhar alegrias e tristezas, foram seis anos maravilhosos aos quais me custa dizer "adeus".
Chorei sim, por tristeza e felicidade. Pela felicidade que é ter o que tenho, a oportunidade de estudar, de me realizar como pessoa, de ter pessoas ao meu lado, de ter bons professores a acompanhar-me, de ter uma família que me ama. Mas também pela tristeza de saber que este ano vou dizer "adeus" a muita coisa...
É por tudo isto que, hoje, o meu Castelo tem um cantinho dedicado a todas as pessoas que fazem parte da Escola Secundária Abade de Baçal e, por isso, de mim: à Directora Teresa e ao stor Paulo, pelo carinho e simpatia para comigo; à professora Otília pela magnifica mulher que sempre foi e o exemplo que constitui para mim; à professora Paula Romão pela excelente docente que é; ao professor Vieira pelo amigo que é dos seus alunos; à professora Luísa Lopes pela paciência que teve com o meu grupo; a todos os outros professores com os quais tive o privilegio de trabalhar (aos quais peço desculpa por não os discriminar mas acho que o meu cérebro ficou desidratado e está a trabalhar pior...) e a todos os outros que apenas se cruzaram comigo no corredor; à dona Helena e à dona Teresa pelo carinho com que sempre me serviam as torradinhas e o galão; à dona Amparo, à dona Manuela, à dona Ana e todas ao outras funcionárias que me deixavam ir à casa de banho dos professores sem resmungar e me chamavam "menina"; ao senhor Mário pela constante boa disposição; à dona Manuela por ser uma querida e dar beijinhos no meu cartão quando lho dava para pagar; à dona Cremilde e restantes cozinheiras pela comidinha boa e à dona Graça por me deixar comer no fim sempre que me esquecia de comprar a senha; ao senhor Eugénio pela paciência que teve com a construção da minha Rádio, ao Bilino por sempre me querer pegar nas pernas com a coisa de apanhar o lixo do chão; ao senhor António, ao senhor Luís e a todos os outros funcionários; aos meus colegas: à Marisa por dizer que não chorava e chorar, à Sara por cantar a olhar para mim, à Inês por se manter sempre firme, à Loira e à Marta por chorarem comigo, à Nádia por se emocionar com as mesma canções que eu, ao Marujo por ficar ao meu lado para me dizer quando eu estava borratada por causa das lágrimas, ao Nuno e ao David por serem os meus meninos desde sempre e estarem sempre lá, a todos os outros que me fizeram rir e chorar, que me fizeram, muitas vezes, querer desistir mas que também me souberam puxar para cima; a todos, mas TODOS mesmo, porque se hoje sou o que sou a eles o devo, pois fizeram-me crescer!
Obrigada ESAB! Por me veres entrar menina e me fazeres sair mulher!
E não, não te digo "adeus" mas sim "até já" (isto porque eu vou querer conhecer todos os teus novos recantos depois de estarem as obras feitas e porque SERÁS SEMPRE A MINHA ESCOLA)!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

[ ]

Há silêncios que sabem bem e que podiam ser eternos.
Este é um deles.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Já passam dez...

E se passam dez e se a professora não está na sala é porque é FERIADO!
Professor de substituição? Oh senhora funcionária, deixe lá isso que nós não somos desse tempo nem temos idade para tal. Um feriado no 12º ano e ficávamos na sala? Era boa!...
Olhe, diga que fugimos!

Pena que seja segunda e tenha sido às 8:30h, quando podíamos ter ficado na cama a dormir... Mas um feriado é sempre um feriado, e eu já tinha saudades!

sábado, 17 de abril de 2010

Frases feitas II

O que nos define é a ascensão depois da queda.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

The End


Caiu o Castelo.

Enterrem os mortos.


Comecem por mim.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Reflexão sobre a Religião

O ser humano, por mais que o tente negar, não se pode reger só pela ciência, porque ele próprio é muito mais do que isso e nem a própria ciência consegue explicar o Homem na sua integridade.
Não, a ciência e a religião não se contradizem: complementam-se. Que tese explica o que existia antes do Big Bang, o motivo pelo qual este ocorreu e o destino do Universo? Nenhuma que venha nos manuais escolares. No entanto, quem é crente acredita que houve um Deus que originou o mundo. Talvez tenha sido esse Deus a colocar as quantidades certas dos condimentos necessários para o “Caldo Primordial”, talvez tenha sido Ele a dar o empurrãozinho ao macaco para se tornar bípede. E digo “talvez” porque não existem certezas, mas há uma coisa que torna tudo isto possível, seja qual for a religião: a fé. É na fé que vivem os crentes. É esta convicção que lhes permite ter um olhar diferente sobre o mundo, perceber o que, possivelmente, nenhuma ciência conseguirá vir algum dia explicar.
É claro que há sempre vozes opostas que praguejam contra tudo isto, alegando que se existisse mesmo um Deus verdadeiro, jamais o mundo estaria como está, nunca o Homem seria tão imperfeito.
Sendo nós cristãos, acreditando nós num Deus que nos ama, devemos lembrar-nos que Ele nos deu liberdade e que cada um de nós pode fazer dela o que quiser. Se hoje há guerras, mortes e destruição, tal não se deve ao desleixo de Deus, mas, sim, do Homem!
É urgente que se viva mais a Religião, pois, como diz Salíngaros, esta permite um “contrapeso ao lado destrutivo da natureza humana”. Vejam os telejornais, leiam as notícias. Face ao desmoronamento da humanidade que se verifica diariamente, não será mesmo disto que estamos a precisar?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Crises existenciais II

Como é que se sentirão as abelhas ao estar todo o dia a ouvir aquele zumbido maluco?As vezes mais vale ser surdo!

domingo, 11 de abril de 2010

Não sei falar de Amor

Talvez seja por não saber o que é o Amor... Em tempos achei que sabia, achava que "amava", acreditava que o Amor era para a vida toda, que existiam Príncipes Encantados, que a vida podia ser um Conto de Fadas, enfim...
Desculpem-me os românticos se ao ler isto estão a ficar chocados. Eu também ficaria, noutros tempos... A verdade é que, se alguma vez conheci o Amor, ele enganou-me, magoou-me, e fez com que eu deixasse de acreditar nele. É capaz que exista, sim, mas a Vida ensinou-me da maneira mais dura que "nada dura para sempre" e que o Amor nem sempre se mostra como algo bom e verdadeiro. Não me queixo, pois a Vida é a melhor professora que podemos ter e, apesar da tenra idade, já aprendi muito. Estou bem e sinto-me feliz comigo mesma.
E agora dirão: "Mas ninguém é feliz sem Amor! É só isto que tens a dizer?". E eu direi: "Ó vizinho, então adeus! Vou cuidar de sonhos meus... (que eu não sei falar de amor...)".

sábado, 10 de abril de 2010

Aquele sítio

Estou naqueles dias. E por estar naqueles dias não me apetecia fazer nada, apenas ficar no meu canto, quieta e sossegada, sem ninguém a chatear.
Mas
(porque há sempre um "mas") é Sábado e nem que fosse arrastada tinha de fazer as benditas arrumações e limpezas. Mas (e ainda bem que às vezes há um "mas") ao Sábado há outras coisas e a essas, mesmo estando como estava, não podia faltar. Não por obrigação, mas (e lá vem o "mas") por necessidade, por saudade, tinha de ir lá. Porque sei que lá sou sempre bem recebida, sei que independentemente do tempo que dure a minha ausência, e por mais que seja intitulada de "desaparecida", é um sorriso e um abraço que me esperam. E é tão bom sentir-me em casa, em família, receber aquele carinho, aquele calor, aquele aconchego e todas as outras coisas que só aquele local pode dar...
Foi assim, simplesmente por ir àquele sítio, que o meu dia passou de "um daqueles dias" a "um dia daqueles"!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Arte de Bem Falar

Acho imensa piada aquelas pessoas que falam, falam e não dizem nada de jeito.
Rio-me imenso (nem que só seja por dentro) quando vejo pessoas a ser confrontadas com perguntas avassaladoras e que começam o discurso com o "Então é assim...", seguem dizendo o típico "... por exemplo...", continuam argumentado que "... as vezes pode acontecer que..." e acabam rematando com o "..e é isso!".
Isto de andar às voltas na rotunda sem seguir direcção alguma é uma verdadeira arte! Até Shakespeare tem uma célebre descrição do crocodilo (à qual acho imensa piada!) na peça que a escola vai levar à cena este ano: "Quanto à forma, é igual a si mesmo, e é tão largo quanto tem de largura. De altura tem a que tem, e move-se pelos seus próprios órgão. Vive daquilo que o alimenta, e mal os elementos se ausentam dele, transmigra.". Digam lá que não é de deixar qualquer um de boca aberta!
E esta lenga-lenga toda para quê? Ora, então é assim: hoje, por exemplo, está um belo dia de sol e, nestes dias, as vezes pode acontecer que as pessoas fiquem com moleza, ou então muito energéticas. Ou então podem ficar como eu, com vontade de falar e sem nada para dizer. E pronto, é isso!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Reflexão cronológica

Toda a gente sabe que o "tempo" passa depressa, e afirma-o. Mas será que se preocupa em pensar no que faz desse tempo? Será que pensa na quantidade de locais onde se pode estar e deixar de estar durante 1 ano? Na quantidade de coisas que se podem construir e derrubar em 12 meses? Será que pensa na quantidade de pessoas que se podem conhecer e desconhecer em 365 dias? Na quantidade de vontades, gostos e posições que tem e deixa de ter em 8760 horas? Ou nos sentimentos que a avassalam e desvanecem em 525600 minutos? Será que pensa nos sonhos e nas quedas que tem em 31536000 segundos?
Provavelmente não, porque não tem tempo para isso. E quando dá por ela já tudo isto passou, acabando por não notar as mudanças e as marcas que este mesmo tempo foi deixando.

(Para que serviu este post? Para além do óbvio, obviamente deu para treinar as "regras de três simples"!...)

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ora seja bem aparecida!

Eu sei que, teoricamente, ela já chegou há uns dias. E também sei que, apesar de eu ter tido uma rica semaninha ao sol, aqui na terrinha o mau tempo esteve muito bem instalado. É, portanto, com grande agrado que saúdo a minha querida Primavera! O sol bom já raia lá fora e sabe bem andar na rua (apesar de haver neve ali para os espanhóis). Menos bem ando eu, que já tenho o nariz em ferida pois ainda não tive descanso hoje...
Seja, então, muito bem-vinda, amiga Primavera!

domingo, 4 de abril de 2010

XPTO


Hoje vai ser só
assim.

sábado, 3 de abril de 2010

De volta!

Em primeiro lugar, tenho a dizer que o cansaço é bastante. Em segundo, e mais importante, declaro que os últimos dias foram absolutamente magníficos!
Para se poder compreender o bom que foi, o inesquecível que se tornou, só mesmo vivendo-o. Isto porque cada dia trazia uma nova "primeira vez", uma nova aventura, uma nova descoberta, uma nova segurança, um novo palmo no meu crescimento pessoal. Nada disto teria sido igual sem o pessoal fantástico das Neurociências do IGC, sem o resto das pessoas de lá que tanto se preocuparam comigo, sem a Melanie e o Jorge, sem o acordar cedo para apanhar o 479, sem os take-away frios, sem as rondas nocturnas nos Maristas e os serões no quarto 18, sem a meia-hora ridícula a cantar na paragem depois de perder o autocarro, sem a busca incansável, diurna e nocturna, da praia (sim, porque "o mar é para ali!"), sem os ratinhos, as caixas de comportamento, o DNA e as proteínas, os géis de Agarose, os poços furados, os cérebros mal cortados, as orelhas marcadas e a Quarentena, sem o metro e o comboio, sem o mapa que nunca me largou, sem o "paizinho", sem as jogatanas de Stress ao fim da noite, sem o estar à procura de um sitio no Rossio para ver o Benfica-Liverpool e acaba a ver o jogo dentro do Estádio da Luz, opa... sem as mil e uma coisas que se passaram e que me fizeram imensamente feliz nos últimos dias!
Sabe bem regressar assim a casa, com a bagagem cheia de coisas boas. :)