sábado, 31 de dezembro de 2011

doismiledoze








Não serei melhor nem pior, mas certamente também não serei igual.








quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Eu acredito

Que nas coisas simples podemos encontrar coisas belas.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Teoria da Relatividade

A ocupação é boa, não te deixa pensar, não te faz lembrar, recordar, sonhar, não te deixa lamentar nem sentir falta, não te deixa procurar sequer.
A ocupação é má, não te deixa estudar.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Frases feitas V








"Tenho de aprender a respirar o ar que já não partilhamos."


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Já disse hoje que adoro o meu curso?




Era uma praxe. Mais uma. Mais um dia do IPP com um calor insuportável. Saio do pavilhão e vejo uma caloira no chão com um montão de doutores à volta. "Tem problemas no diafragma e não consegue respirar." Destracei a capa, pus no chão e ajoelhei-me a beira dela. Percebi que a Fisioterapia em Condições Cardio-Respiratórias I afinal serviu de alguma coisa quando ela, já mais calma, abriu os olhinhos e a sorrir disse "Obrigada, Senhora Doutora, já estou melhor...". Adoro o meu curso, adoro o que faço. Dúvidas? Não há nem pode haver!

domingo, 16 de outubro de 2011

Em tempos de "crise"...

"Então, e o senhor Reitor nunca foi praxado? Nunca sentiu na pele o escorrer do suor dum final de dia de praxe? Não me diga que nunca lhe deram um berro… Pois, grande sorte a sua! Menos sorte tive eu… E, era bem pequena. Foi a minha mãe. Não! Foi o meu pai. Bem, para dizer a verdade, não me lembro bem. Ralhavam comigo só porque fazia asneiras ou só porque não lhes obedecia. Pais maus, os meus!

Numa coisa tenho que concordar consigo, senhor Reitor, há por aí pessoas a quem não se lhes devia dar, sequer, o direito de gritar de tão agudas que as suas vozes são. Essa, sim! Essa é a verdadeira tortura!

Mais lhe digo, malditas as flexões que fiz durante as aulas de educação física! Então não é que, as danadas, me ajudaram a fazer todas as que os meus engenheiros me mandaram fazer durante as praxes… Malditas! Malditas! Malditas! Não sei se sou a mesma depois disso...

Para que raio servem as praxes? Sim, senhor Reitor, para que raio servem as praxes? Tortura pura! Tortura imposta por uns quantos energúmenos que, só por terem mais matrículas do que os caloiros se acham superiores. Malvados! Só porque têm mais experiência, mais sabedoria, melhor conhecimento acerca das pedras desse caminho, a que se dá o nome de percurso académico, acham-se superiores… Malvados! Pois é, constou-me que, esses animais que andam por aí a praxar são capazes de coisas como colocar os caloiros em fila, dar-lhes a perceber que a vida é feita de hierarquias que às vezes os obrigam a engolir sapos, calar, olhar para o chão e não ter possibilidade de sair quando, na verdade, seria essa a sua vontade. Então, e quando os colocam a cantar em coro o hino de curso? Conseguem ser tão chatos que, mesmo quando já os caloiros o sabem de cor e salteado, são capazes de os obrigar a treinar outra vez. Estava a ver se me ocorria o nome a que se chama isso… Já sei! Persistência e perfecionismo. Malvados! Isso não se ensina a ninguém…

Continuo sem perceber para que servem as praxes… Os caloiros nem sequer se podem rir. Vá, se calhar podem. Riem-se e, lá são outra vez repreendidos. Eu, que sou eu, acho bem! É para aprenderem que, quando o assunto é sério, não se brinca. E, sejamos francos, o estudo é um caso sério. Para dizer a verdade, e aqui que ninguém nos ouve, o que mais falta neste país são pessoas assim. Pessoas incapazes de perceber que há situações na vida com as quais não se deve brincar, nem mesmo quando se está a brincar. Até para brincar, às vezes, é preciso ser-se sério.

Mas continuando com a temática em questão, para que servem as praxes, senhor Reitor? Não me explica? De verdade, sei pouco dessas coisas… até porque, só cheguei a cardeal. Calma! Calma! Calma! Pode parar já por aí. Não lhe admito que faça juízos de valor sobre a minha pessoa. Afinal de contas, o senhor não me conhece. Cheguei a cardeal porque sim. Do alto do seu cargo, já devia saber que vidas são vidas e que, as vidas não são todas iguais. De pessoa para pessoa, não acha que fazer pré-julgamento e preconceito está fora de moda? Valham-nos os praxantes e praxados de Design, Markting e Moda nesta questão! Ou serão os de Sociologia? Olhe, chame-se uns de Engenharia para ver se dão saída ao projecto destes Arquitetos. Mas, esteja descansado… Se alguém houver que não entenda esta língua, que os praxantes usam, temos sempre os caloiros de Línguas para nos safar. E, se não, nada que um de Enfermagem, em conjunto com um de Medicina, não esteja capaz de tratar. No final, o que tem que reinar é paz na academia.

O que os praxantes, no fundo, tentam retratar é o mundo cão que está para lá dos limites da nossa tão estimada academia. E, acautele-se, senhor Reitor, porque dias piores virão e, não falo de praxes. Falo-lhe do estado da economia mundial. Isto está negro. Tão negro quanto as capas que trajam os seus alunos. Esses alunos, digo, animais, que pagam propinas a cada ano que passa.

Temos que ser duros, senhor Reitor! Temos que ser duros… Diga-me, sinceramente, quem vai preparar estes jovens para os tempos que se avizinham? Os professores? Os pais, que teimam em levantar as suas vozes contra esses animais que praxam os seus filhos? Afinal, quem vai preparar os jovens para não caírem em estado depressivo de cada vez que lhe forem fechadas portas? Quem os prepara para a falta de auto-estima, de que vão sofrer, quando se aperceberem que um novo tipo de escravidão está por aí a instalar-se? Diga-me, senhor Reitor! Diga-me!

Está na praxe quem quer. Ninguém é obrigado a estar na praxe. Mas, também lhe digo, só saberá o quão interessante é passar por essa experiência quem, de facto, por ela passar.

Antes de terminar, senhor Reitor, deixe-me dizer-lhe o que eu apreendi ser a praxe. Praxe é uma forma de criar laços e de integração – que, quer se queira quer não, em cursos com elevado número de alunos a cada ano – ou vagas –, adicionando todos os outros que estão dispersos pelos anos seguintes, é complicado. Na praxe aprende-se a não desistir à primeira dificuldade, aprende-se a ser persistente, aprende-se a ser assertivo, aprende-se a cooperar, aprende-se a respeitar, aprende-se um conjunto de coisas que só com o decorrer de uma vida teríamos possibilidade de aprender, caso não passássemos por esta etapa. Praxantes há que, fazem questão de que os caloiros se dediquem a relembrar conceitos que, até então estavam guardados no baú de memórias que, lhes serão necessários no decorrer dos seus percursos académicos. Mas, mais do que tudo, a praxe serve para aprender a errar. E, com os erros aprende-se muito, senhor Reitor.

Senhor Reitor, a praxe serve para que os pais aprendam que os seus filhos já têm idade para levar pancada da vida, sem que eles tenham que sair em sua defesa. A praxe serve para que os caloiros sejam capazes de se desenvencilhar das mais diversas situações. A praxe serve para criar ratos. E, digo ratos no sentido de esperteza. Sabe, senhor Reitor, por mais que a escola nos ensine – e, ensina, com toda a certeza –, nada nos prepara melhor do que a escola da vida. E, veja lá que, a essa, nem sequer é preciso pagar propinas.

Nota final para descansar os pais mais preocupados: Ando na vida académica há 8 anos – não são meia dúzia de meses – e, NUNCA mas NUNCA ninguém me obrigou – ou eu obriguei enquanto praxante – ninguém a fumar ou a beber. Posso até garantir-lhes que quando saía à noite e os meus colegas me diziam para beber um copo, nunca o bebi. E, sabem porquê? Porque não bebo. Nunca me deixei levar por isso. Sabem porquê? Porque tenho as minhas convicções. Mas, isso, não se aprende na praxe. Revejam-se os valores familiares."


P.S. -Este texto é uma "nota" deixada no Facebook de alguém chamado Tátia Mano, que sendo para mim um achado merece ser partilhado por tanto que diz e porque concordo absolutamente com ele.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

CORTA!





Eu, por norma, limo as unhas. Contudo, o meu magnífico curso obriga-me, para mal dos meus pecados, a andar sempre com elas bem "aparadinhas"... Ou seja, farta de não aprofundar as manipulações com medo de magoar os meus "pacientes", agarrei, no meio da loucura, num corta unha e... oupa. Nunca correu bem, hoje não foi excepção. Definitivamente, não sei cortar unhas...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Apetites (Take 13)

Apetece-me tanto um dia cinzento em que eu esteja enroladinha numa mantinha bem fofinha, a beber cafésinho quente e a comer uma alheirinha da avó.
Desculpem, mas estou farta do calor insuportável do Porto.

sábado, 8 de outubro de 2011

Dona de Casa Desesperada

Já fiz:

- 1 litro de gelatina
- 1 bolo de chocolate
- 1 litro de chá

Vou:

- Limpar o quarto
- Limpar a casa de banho
- Limpar a sala
- Pôr a roupa de cor a lavar
- Sentar-me no sofá a lanchar e a ver um filme


P.S. - Tenho muita coisa da escola para organizar, sim.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Homens: isto é uma ajuda para vós.

"Ela não te vai estar sempre a falar no Face e a dizer que sentiu a tua falta. Mas se calhar vai entrar de 10 em 10 segundos, até tu lhe dizeres algo. Ela também não te vai estar sempre a ligar ou a mandar mensagens, porque tem medo de se tornar chata, mas responde-te sempre. Ela não vai chegar do nada e abraçar-te à frente de todos os teus amigos, ela vai esperar até que, no meio das conversas, tu apenas passes o braço pela cintura dela com um certo carinho. Ela não vai estar sempre a seguir-te, nem vai estar sempre a olhar para ti mas quando precisares mesmo, ela irá ser a única que tu vais encontrar com um ombro para chorares e, no fim, não vai querer nada em troca a não ser o teu bem-estar. E quando chegar a hora da despedida, dá-lhe um beijo na testa. E quando ninguém à volta estiver a ver, sussurra-lhe palavras no ouvido. Olha bem nos olhos dela, porque vão estar radiantes! Mas não esperes que ela diga que te ama porque ela não o fará. Provavelmente, a única maneira de ela o demonstrar será gozando contigo, a dizer que nunca viu ninguém tão chato como tu, e depois irá rir-se. E se ela fizer isso, parabéns, acabaste de ganhar o seu coração."


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Das Reconciliações







Um bom cristão (ou qualquer outra pessoa) tem de usar a técnica do espelho e saber maquilhar-se. E saber maquilhar-se não é olhar para o espelho e criar uma máscara. Não. Saber maquilhar-se é olhar e saber realçar o que temos de bom, atenuando o que temos de menos bom.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Dear Jonh

See you soon, then.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Porquês (Take11)

Porque é que alguém vai fazer Fisioterapia?














Porque foi atropelado por ele próprio!

Moral: Nunca conduzam com a porta aberta.

Promessas

Prometo que vou fazer tudo para voltar a ser a menina que era e que tu sempre trataste como uma filha, como um pedaço de ti. Prometo que vou ser forte e tentar dar sempre a volta por cima, como tu. Prometo que vais olhar para mim na rua e pensar que eu sou feliz. Prometo que não te vou desiludir nem magoar mais, nem vou mais afastar as pessoas de mim (muito menos aquelas que gosto). Prometo que vou tentar procurar a alegria em mim, a bondade e acabar com esta agressividade toda. E prometo que vou tentar não chorar mais (só agora, pois é inevitável), porque cada vez que for para o fazer prometo que me vou lembrar de ti a limpar as minhas lágrimas e a dizer: "Não chores, porque chorar faz rugas".

terça-feira, 6 de setembro de 2011

"Ainda vais a tempo de ir para Medicina"

Não, não vou. Não vou porque não quero e ponto! Talvez um dia, quem sabe. Agora não! Lamento que a cara das pessoas seja de "Coitada, vai para o desemprego..." quando digo que estou em Fisioterapia. Sim, foi primeira opção, porque Medicina não me quis. Melhor assim, porque gosto do que faço e agora quem não a quer sou eu. "O problema é esse, é que depois as pessoas gostam, mas ainda vais a tempo." E isso é problema?! Isso devia ser a salvação! O que falta para aí é pessoas que não gostam do que fazem (e por isso, diga-se, são maus profissionais). Se tiver de ficar fora de Bragança, fico! Se tiver de ir para fora do Porto, vou! Se tiver de sair de Portugal, saio! Se um dia calhar e achar que devo fazer Medicina pois então aí farei. Estou em Fisioterapia porque quero, porque gosto e vou lutar pelo meu curso. As pessoas têm é de se desacomodar e batalhar pelo que querem, não simplesmente ir pelo que a sociedade quer e diz ser melhor. Nós também temos quereres, bolas! E devemos a nós próprios e ao mundo sentirmo-nos realizados! Se isto não fosse verdade e eu achasse que não valia a pena não ia amanhã para uma clínica, às nove da manhã (sim, ainda estou de férias), só para ver um caso de uma criança com paralisia cerebral (não, ainda não dei neurologia) simplesmente porque sim, porque quis fazer um pequeno estágio de observação por mim, para mim, para ver, contactar e, de certa forma, sentir na pele aquilo que um dia foi a minha escolha e no futuro será a minha vida. Desculpem se vivo num mundo "ideal"...

domingo, 4 de setembro de 2011

"Não foi uma grande participação no atletismo..."

Foi com estas palavras que acabou o telejornal da noite. São palavras tipo estas que me irritam profundamente! Eu não percebo muito de desporto, sou uma mera espectadora e foi como espectadora que assisti a diversas provas deste mundial de atletismo em Daegu. Foi também como mera espectadora que sorria ao ver os nossos portugueses fazer boas marcas e sorrir no fim, ao contrário de muitos que nem um sorriso esboçavam de prazer ou felicidade pelo que faziam. "Nós" não, nas diversas modalidades mostrávamos garra, optimismo, determinação, prazer e orgulho pelo que estava a ser feito. E depois vêm-me cá dizer que "não foi uma grande participação no atletismo"? Foi mau, queres ver?! Ficar em 5º num mundial não é só "não chegar às medalhas" como dizia o jornalista, lamento. Ficar em 5º não é o mesmo que ficar em 10º, não me lixem! Ficar em 5º é estar quase lá. Ficar em 5º com uma marca conseguida no 1º ensaio não deve ser assim tão mau (digo eu, na minha inocência). E o percurso para trás? As qualificações, as lesões, as condicionantes, o apoio de todo um país? Pois, se calhar o problema está aí... Não há um árbitro para culpar aqui. Nem que houvesse, o Zé Povinho estava mais preocupado com os milionários do futebol do que com aqueles que levam constantemente o nosso nome ao mundo. E quem diz o atletismo diz outro desporto qualquer. Porque desporto, meus caros, é muito mais do que futebol. Sorry.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Mais um...


"Não esperes por mim."
Não liguei,
não quis saber e, pela primeira vez,
fui contra o que querias.
Esperei...
Dias e dias passaram.
Horas, minutos e segundo em que
entre fotos e vídeos e filmes e canções
guardei, relembrei, senti e chorei emoções.
Sim, esperei.
Se fiz bem, não sei...
Um dia o saberei,
quando fores tu a esperar por mim.
Joana Seca
01/09/2011

P.S. - O meu blogue de poesia vai "fechar portas", pois está a ganhar poeira. Desta feita, a seu tempo, os poemas que lá tenho virão todos para aqui.

Acontece-me

Às vezes, quando estou deitada, entrelaço as mãos. Sabe-me bem, antes de dormir, sentir o meu peso sobre o braço e as mãos entrelaçadas. Faz-me sonhar realidades antigas...
Dizem que quando não desistimos de algo é porque, de alguma forma, ainda queremos acreditar. Talvez sim. Talvez não...
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente.
E sem desassossegos grandes.
(Fernando Pessoa)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Odeio-te, TPM!



Eu não sei vocês (meninas), mas eu cá tenho uma certa altura do mês que me dá uma fome e uns apetites horríveis. É que depois faço com cada mistura... Já foi queijo com doce de pêra, café com natas, bola de carne, apetecia-me imenso pão com chouriço (que o pai lá foi comprar) e comi-o com massa à bolonhesa ao jantar e agora estou a comer iogurte com bolachas Maria ("com" mesmo, em vez de ser com colher é com bolachas). Isto será normal? Raios partam lá as hormonas... Depois engordo, claro!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

My life is my life!


[Adorei o vídeo!]

D30




30 - Mudavas alguma coisa na tua vida neste momento?




Digamos que a minha vida está a passar por um processo de metamorfose... Muita coisa mudou e certamente muita mais vai mudar [mas desta vez não é porque a vida quer, é porque eu ordeno].


(Foi o último.)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

D29

29 - O teu pensamento antes de dormir.




Amanhã é um novo dia...


domingo, 28 de agosto de 2011

D28

28 - Há quem acredite em Deus, tu acreditas?

Acredito.
Se eu não acreditasse n'Ele ia acreditar em quê?


sábado, 27 de agosto de 2011

D27

27 - Algo em que acreditavas, mas que deixaste de acreditar.

Nos "Contos de Fadas". Quando éramos pequeninas víamos as historinhas das princesas onde o bem vencia sempre, onde a menina pobre encontrava sempre o seu Príncipe Encantado num cavalo branco, onde eram felizes para sempre... A vida real não é assim, não mesmo. Contudo, é muito importante que os Contos de Fadas existam, pois ao menos enquanto somos pequeninos a vida parece e é, de facto, perfeita. Depois deixa de se acreditar neles, mas isso é só depois...


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"António e Cleópatra" e "Romeu e Julieta" são hoje um "Sonho de uma Noite de Verão"

Há coisas que fazemos na vida que nos dão prazer, que nos preenchem, que nos marcam e que quando não as temos nos enchem de saudade e até de um vazio. Essa coisa para mim é o Teatro. Não é que eu seja grande coisa como actriz, ou que possa até designar-me como tal, mas fiz teatro na escola durante três anos. A minha noite foi dedicada a ver peças (sim, ainda não dormi) e só não as vejo todas porque o sol já raia lá fora... É tão bom reviver isto, porque revivo sim. Porque me apercebo que ainda sei os textos de cor, que ainda sinto o que as personagens sentiam, que ainda vivo a emoção de quem está em cima do palco - mesmo estando deitada na cama a olhar para o computador. O Teatro é muito mais do que um simples espectáculo. O Teatro são as pessoas, as luzes, o som. É o pano vermelho que corre, as luzes dos camarins, os espelhos e os televisores para a sala. São os ensaios, os meses e meses de ensaios para aquela noite. São os enganos, o improviso, o pânico, o medo, a adrenalina e a recompensa, a satisfação. É o guarda-roupa, o cenário e a encenação. Teatro é um mundo, ou pelo menos foi o meu mundo durante aqueles três anos. Hoje, é uma recordação boa, tão boa que me dá uma saudade enorme que grita pela lágrima que me espreita no canto do olho ao ver fotografias, ao olhar para os cartazes assinados, ao ver estes vídeos, ao me arrepiar no final quando oiço o meu nome e os aplausos. Só o entrar no TMB já me cria um aperto na garganta e uma enorme vontade de voltar a pisar o palco. E é tudo isto que me dá um enorme orgulho e a certeza de que o fim desta etapa não foi um Adeus ao Teatro, mas sim um Até Sempre!

D26

26 - Diz uma frase diferente para seis pessoas.
ARF - Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só.

ATF - Vai ficar tudo bem. A terra continua a girar, dias ruins virão também mas o céu não vai desabar.

JC - E quando precisares, chama-me. Posso não ser boa com as palavras, posso não cessar as tuas lágrimas, posso não saber o que fazer… Mas eu sei ouvir.

MP - Faz da sua ausência o bastante para que alguém sinta a tua falta, mas não a prolongues demais para que esse alguém aprenda a viver sem ti.

NG - No final, não nos lembraremos das palavras dos nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.

RF - Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa.

IM - Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante.

(Eu sei que tem uma a mais mas o blogue é meu por isso eu posso infringir as regras.)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Nem que me revire 30 vezes!








Isto vai mudar! Juro que vai! Deixem-me voltar para o Porto e isto vai dar uma GRAAANDE volta!

D25

25 - Diz cinco coisas que te irritem.


Mentiras

Oportunismo


Falsidade

Desorganização


Incompetência



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

D24

24 - Felicidade, o que significa para ti?














Neste momento? Ø.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Um dia...

... vou ser "aquela". Um dia vais olhar para mim e dizer que queres ficar comigo, vais olhar para trás e vais odiar-te por não teres aproveitado. Um dia vais arrepender-te de ter dito Não quando o que mais vais querer ouvir é um Sim. Um dia vais dizer "Errei. És tu, porque sempre lá estiveste" e eu vou dizer "Aceitei. Não és tu, porque um dia não estiveste lá". E esse dia já esteve mais longe...

D23

23 - Algo que gostavas de mudar.

Eu não sou ninguém para mudar o que quer que seja.







(Cada vez tenho mais a certeza disso...)


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Desisto

Eu achava que tinha amigos. Foram-se reduzindo, fui-me iludindo com os que ainda ficavam, fui-me auto-enganando. Agora tenho alguns conhecidos. Eu achava que tinha uma família. Agora tenho um pai e uma mãe. Há coisas que se adiam, mas lá acabam por acontecer. É como o arraial que não se realizou ontem por causa do mau tempo... Have fun.

D22

22 - Algo que costumavas fazer/dizer/pensar quando eras criança.
Ai... Esta é muito difícil, porque a memória falha-me muito (e ainda só tenho 19 anos!)... Bem, eu fazer só fazia asneiras. Tirando isso, gostava muito de "fazer os trocos" na tabacaria dos meus avós (era mesmo engraçado mexer na caixa registadora, fazia-me sentir "crescida"). Dizer... Dizia "coçarão" em vez de "coração". Pensar... Ai minha nossa, eu pensava tanta coisa estúpida... Do tipo que as pedras que estavam no fundo no rio eram meninos dentro de sacos que o Salazar (um cliente do meu avô supostamente mau) deitava para lá por não comerem a sopa. Enfim, ao menos assim comia-a toda. Que inocente...

domingo, 21 de agosto de 2011

D21

21 - Um ídolo, justifica.

Nunca gostei muito desta coisa dos "ídolos". Faz-me lembrar aquelas malucas que ficam acampadas dias e dias antes dos concertos só para arranjarem lugar na primeira fila, ou as que dizem que nunca mais se lavam porque o "ídolo" lhes tocou. Na... Não tenho, nem gosto disso.


sábado, 20 de agosto de 2011

Frases feitas IV

"Everything will be okay in the end. If it's not okay, it's not the end."

P.S. - A imagem (LINDA) é do Fast Five , que está B-R-U-T-A-L!

D20

20 - Os desenhos animados que mais gostas de ver.
Desde que sejam da Disney vejo tudo. Sempre venerei a Disney e tudo o que não tivesse o castelinho a reluzir eram, para mim, imitações baratas e imediatamente excluídas. No meu tempo (credo, que isto soa tão mal!) viam-se desenhos animados BONS, com qualidade, não era cá chinesada aos golpes e animais maléficos a fazer horrores. Quando muito havia o Dragon Ball para uns Caméámés e os Power Rangers para tornar a ficção mais real. Depois admiram-se, claro, que a juventude de hoje esteja com está. Parvos... Eu não me admiro nada, visto que a minha prima só conhece Winx (que até podem ser todas boas nas suas roupas reduzidas, mas têm muita feitiçaria e bruxas más lá pelo meio). Sabe lá ela a vida da Cinderela e que se não fosse deixar o sapato para trás ainda hoje lavava chão, desconhece completamente que o "mundo ideal" da Jasmim e do Aladin existe (pelo menos para eles), que às vezes os Monstros podem fazer felizes as Belas e tornar-se em príncipes, que os beijos podem salvar pessoas (que o diga a Bela Adormecida), que as Sereias existem e podem ter pernas, que o amor não escolhe raças e pode ser verdadeiro como o da Pocahontas. Isso sim eram desenhos animados. Isso são os meus desenhos animados.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

D19

19 - Uma coisa que fazes e/ou fazias, mas que tens vergonha de dizer.
Não gosto das minhas pernas. Têm tudo o que umas pernas bonitas não devem ter: joelhos feios, gordura a mais, estrias, celulite, manchas/marcas, whatever... Graças a esta "preconceito" posso afirmar que as piscinas já há muito que não me vêem e a praia vê-me com companhia restrita. Pronto, chamem-lhe o que quiserem, mas cada maluco tem a sua mania.

Assumi! Agora é a parte em que chega a mudança, certo?

Se calhar sim...

“Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.”
Margarida Rebelo Pinto


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

D18

18 - Um sonho antigo.

Fazer um InterRail pela Europa. Adorava. Oh se adorava! E acredito que um dia o faça, um dia...

D17

17 - Uma coisa que gostavas de ver realizada.
O meu curso, sem dúvida. Faltam três sofridos anos, mas espero que passem devagar para os poder aproveitar ao máximo. Contudo, quero muito chegar ao fim do meu curso, dizer que sou Fisioterapeuta e sê-lo! Quero-o por mim, por mérito pessoal, porque gosto, porque foi a escolha que eu fiz, mas quero-o também pela minha família, pelos meus pais, porque sei o esforço que fazem para me ter a estudar, porque lhes queria dar o prazer de me ver licenciada, simplesmente porque quero que se orgulhem da primeira pessoa da família a frequentar o Ensino Superior.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A sério que este filme existe?


"- O que aconteceu? Porque não deu certo?

- O que acontece sempre. A vida.
"
in 500 days of Summer

D16

16 - Aqueles que sabes que vão estar sempre lá.

Não sei. É, é isso. Eu não sei nem ninguém sabe. A primeira pessoa a dizer que o sabe, ainda é mais tola porque nem sequer sabe que não pode nem nunca vai saber. Já tive muitas surpresas, umas boas, outras más, mas a única certeza que tenho é que neste assunto vou estar sempre na ignorância. Uma coisa garanto: os bons e os verdadeiros, quando é preciso, estão lá. E isso vê-se, acreditem.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

D15

15 - As pessoas que não queres perder.

"Nada se perde, tudo se transforma": é verdade. Eu posso não querer perder A, B ou C e não perder, de facto, porque A vai continuar ali, B vai andar por lá e C cruzar-se-á comigo de vez em quando. Agora, meus caros, desenganem-se, porque o facto de eu não os perder não implica que o que tínhamos, o que sentíamos, seja o mesmo. Por mais que eu não queira perder não posso impedir a transformação. E acreditem, "tudo se transforma"...
(Respondi?)

domingo, 14 de agosto de 2011

D14

14 - Um vídeo que adores.

Não é que o adore nem que o veja todos os dias, contudo já o vi várias vezes. Infelizmente, foi o primeiro a vir-me à cabeça mas como a ideia é bonita, aqui fica:

sábado, 13 de agosto de 2011

D13

13 - As coisas que mais gostas de fazer.

Opá, eu podia falar de mil e uma coisas mas, sinceramente, o que eu gosto mesmo, mesmo, mesmo de fazer é a real e universal actividade imóvel. Simplificando: gosto de fazer NADA! Ai desculpem-me, mas ficar deitadinha, de papo para o ar, sem ter nada para fazer sabe mesmo bem!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

D12

12 - Descreve a tua vida com as palavras que precisares.

A minha vida... é a minha vida. Não é perfeita, nunca foi nem há-de ser. Tem momentos bons e maus, felizes e tristes, tem desilusões e surpresas boas, tem manhãs, tem tardes e tem noites, tem dias de luta e dias de glória...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

D11

11 - O teu lema de vida.

Não tenho. Tento viver a vida da melhor forma possível ou, pelo menos, sobrevive-la.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

P&C

Vou mudar o meu quarto. A mudança foi surgindo aos poucos mas agora chegamos à culminante parte de pintar paredes.
Fala-se muito do significado das cores e hoje alguém que questionou sobre as minhas escolhas: "Não achas demasiado pesado para uma rapariga da tua idade?". "Não, já há muito que cinzento é a minha cor preferida. Nem é preto, nem branco. É... cinzento.".
"Tu és triste, Joana?". Doeu. Doeu muito. Dizem que as verdades doem. Se calhar sim... Se calhar fui ficando triste. Se calhar o mundo tornou-me uma pessoa triste. Se calhar o mundo desiludiu-me tanto (está-me a desiludir tanto e cada vez mais), que me tornei uma pessoa triste. Eu não era assim... Nem o meu quarto. Antes era Laranja e Amarelo. Agora é Preto e Cinzento.

Onde anda ele?

Estou um bocadinho farta... Farta não será bem o termo, é mais triste, desiludida e desapontada. E cansada ba, de ver o mesmo a cada pouco e a surgir de todos os lados. Já não é um, nem dois. São vários já. E eram coisas tão bonitas, tão perfeitas, tão "para sempre" que só de me lembrar já fico nem sei como. O que é feito do Amor, gente? Aquele dos contos de fadas, dos romances, dos filmes... Onde é que ele está afinal? Existe? Ou é mesmo uma invenção barata e mera estratégia de marketing? Eu sei que deixei de acreditar nele há uns anos, mas acreditava nele nos outros, dava-me prazer ver as pessoas felizes, porque no fundo me faziam sonhar e até ponderar que um dia eu também ia poder tê-lo ao meu lado, o Amor. Mas afinal parece que não. Tudo acaba. Não importa se é um romance de Verão ou um namoro de anos. Tudo tem um fim. E depois ainda querem que eu pense maravilhas dessa coisa e não entupa a cabeça com macaquinhos? Oh... Sabem lá vocês. Nem eu. E, sinceramente, nos dias que correm, acho que já nem o próprio Amor sabe ao certo qual a sua verdadeira identidade...

Insónia

Há uma voz de sempre que chama por mim, para que eu lembre que a noite tem fim. Ainda procuro por quem não esqueci, em nome de um sonho, em nome de ti. Procuro à noite um sinal de ti, espero à noite por quem não esqueci, eu peço à noite um sinal de ti (por quem eu não esqueci). Por sinais perdidos espero então, por tempos antigos, por uma canção... Ainda procuro por quem não esqueci, por quem já não volta, por quem eu perdi.

D10

10 - O melhor dia da tua vida.

Ui... Não sei. Desde que esteja com as pessoas certas, com um sorriso na cara e muito calor no coração, todos os dias já são bons. O melhor... Bem, o melhor é algo que nem sempre se atinge porque tudo pode e deve ser sempre melhorado!