Apetece-me tanto um dia cinzento em que eu esteja enroladinha numa mantinha bem fofinha, a beber cafésinho quente e a comer uma alheirinha da avó.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Apetites (Take 9)
Pode parecer irreal, mas apetece-me mesmo ir embora. Apetece-me que chegue o dia em que vou saber que é "para ali". No qual vou ter que, pela primeira vez, carregar aquela grande mala onde a minha prima já se enfiou. O dia em que vou dar o primeiro passo naquilo que será "o meu futuro". Apetece-me essa vida, as praxes, as pessoas, as fotocópias, essas coisas todas que só aí vou encontrar.
Não é normal em mim estar a querer uma mudança, muito menos esta mudança. Mas apetecia-me mesmo ir, descobrir, conhecer, sentir, não só o resto, mas a mim mesma.
Hoje não me importava que fosse já amanhã, certamente no dia acordo e não quero. A realidade é que está quase... Muito perto mesmo...
Hoje não me importava que fosse já amanhã, certamente no dia acordo e não quero. A realidade é que está quase... Muito perto mesmo...
Vou dormir.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Apetites (Take 4)
O que eu dava para poder sair neste momento de casa e ir passear para a praia. Chegar lá e andar sobre a areia descalça. Caminhar até à água e arrepiar-me quando a sentisse fria a bater-me nos pés. Ia caminhando e levando comigo todos os pensamentos que me têm acompanhado, ao som das ondas. Ia-me sentar, pegar no livro de Psicologia, e de certeza que me ia saber bem estudar ali, em frente ao mar! Só voltava para casa depois do pôr-do-sol, tão só como tinha ido, mas, com certeza, mais leve.
A Bragança, para ser perfeita, só lhe falta o MAR...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Apetites (Take 1)
Hoje é daqueles dias em que o que me apetece é mandar um grito daqueles bem altos, que saem mesmo das entranhas mais profundas, daqueles que quando cessam deixam um cansaço enorme porque esgotam as forças que nos restam e permitem que durmamos um sono profundo e tranquilo no nosso cansaço.
Posso GRITAR?

Posso GRITAR?

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