segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Da geometria

Não gosto de triângulos. Posso até dizer que detesto triângulos. É aquela coisa parva em que, por mais que se queira ver uma única recta, há sempre um vértice a chatear.
É que um círculo é um círculo, anda tudo ali à volta e não se sai dali. Um quadrado é um quadrado, se a coisa não der, há quatro cantos para te virares e se quiseres mais distância partes para um rectângulo. Agora um triângulo? O raio do triângulo tem sempre, sempre, sempre, lá um empecilho a estorvar (vires-te tu para onde virares).
Não gosto de triângulos. Detesto triângulos. Estou farta de triângulos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Crises existenciais XVIII








Mãe, pai, não vão! Por favor! Não vão! Não me deixem aqui sozinha!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

aquelediaparvodesignadodosnamorados

Dia dos namorados? Que é isso? Se de facto forem "namorados", ou seja: "aqueles que sentem amores ou corresponde a amores", não precisam de um dia para eles, visto que todos os dias são deles, pois estão juntos. Boa?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sim, este é para ti

Não, não te podia dizer isto na cara porque não consigo olhar para ela, porque me repugna e me amedronta. Não, não te podia dizer isto pessoalmente porque ia acabar por, mais uma vez, stressar. Não, não te podia ligar, mandar mensagem ou e-mail, simplesmente porque não quero conversas, simplesmente porque não há conversas, simplesmente porque já se esgotou tudo o que havia a esgotar. E não, não estou a trazer um assunto concerto e pessoal para o meu blogue. Se escrevo este post é porque pode haver mais algumas infelizes na minha situação.

Errei, toda a gente erra e eu sei que o fiz. Admiti-o e paguei por isso. Tu erraste e já ultrapassaste todo o limiar daquilo que seria aceitável, ou seja, já se torna intolerável a tua atitude. Estive para voltar atrás e falar contigo, porque conheci um caso que me fez pensar e que me ajudou a perceber um pouco mais a tua parte e algumas das atitudes que tomas(te). Juro que estive a um fio de o fazer, mas depois chego aqui e tu és cada vez mais asqueroso, mais repugnante, mais hipócrita e mais doentiamente assustador. E resolvi não o fazer quando vi que teimas em meter ao barulho, maltratar e incomodar pessoas que são muito importantes para mim, a minha família. Isso não to vou perdoar nunca. Sei que não vais deixar de me infernizar a vida e isso entristece-me, não só porque não posso ter uma vida “normal”, mas porque estou a ver uma pessoa que eu considerava “boa” tornar-se num autêntico monstro.

Não me peças para te perdoar, não me peças para voltar a agir contigo como agia, não me peças para estar contigo, porque não consigo. Porque nada desculpa as atitudes que tens tido para comigo, nem mesmo todo o mal que eu te possa ter feito. Muda, ou simplesmente pára, respeita o que te pedi, o meu espaço, a minha vida e, quem sabe, um dia te veja na rua e não tenha problemas em te cumprimentar, porque podes acreditar que te compreendo um bocadinho melhor.

Talvez um dia me vá arrepender disto, mas como costumo fazer o que “a hora ordena” (mesmo que tantas vezes saia prejudicada e prejudique outros), aqui fica.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Amo-te mãe!

"Joana, nunca te pedi que fosses a melhor e passares só é bom para ti. Eu trabalho não só por ti mas porque tenho que viver. Não entres em stress porque assim não fazes nada. E se não sabes devias saber que és a pessoa mais importante para mim e o que te digo é para que cresças consciente da vida, mas eu amo-te e nasceste porque eu desejei muito ter um bebé, independentemente do sexo. Amo-te incondicionalmente. Beijinho e muita calma para levares tudo na vida até ao fim. Amo-te."
02/02/2011
(Quero ir para a tua beira...)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O dia antes de amanhã.

Ó Porto... Hoje, podia olhar para ti como em tantas outras noites, mas o aperto é grande... Sinto a barriga às voltas, a garganta prende-se-me e a cabeça voa a mil à hora. É a hora...e eu não quero... Não me sinto capaz. Não, não quero. E se não consigo? E se não corre bem? E se tudo o que investiram em mim cai na água do Douro e lá vai como as minhas lágrimas?
Ó Porto, que tanto te neguei, não me negues tu agora...


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Teoria do Beijo



Keep
It
Simple,
Stupid!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011