domingo, 6 de fevereiro de 2011

O dia antes de amanhã.

Ó Porto... Hoje, podia olhar para ti como em tantas outras noites, mas o aperto é grande... Sinto a barriga às voltas, a garganta prende-se-me e a cabeça voa a mil à hora. É a hora...e eu não quero... Não me sinto capaz. Não, não quero. E se não consigo? E se não corre bem? E se tudo o que investiram em mim cai na água do Douro e lá vai como as minhas lágrimas?
Ó Porto, que tanto te neguei, não me negues tu agora...


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