sábado, 12 de fevereiro de 2011

Sim, este é para ti

Não, não te podia dizer isto na cara porque não consigo olhar para ela, porque me repugna e me amedronta. Não, não te podia dizer isto pessoalmente porque ia acabar por, mais uma vez, stressar. Não, não te podia ligar, mandar mensagem ou e-mail, simplesmente porque não quero conversas, simplesmente porque não há conversas, simplesmente porque já se esgotou tudo o que havia a esgotar. E não, não estou a trazer um assunto concerto e pessoal para o meu blogue. Se escrevo este post é porque pode haver mais algumas infelizes na minha situação.

Errei, toda a gente erra e eu sei que o fiz. Admiti-o e paguei por isso. Tu erraste e já ultrapassaste todo o limiar daquilo que seria aceitável, ou seja, já se torna intolerável a tua atitude. Estive para voltar atrás e falar contigo, porque conheci um caso que me fez pensar e que me ajudou a perceber um pouco mais a tua parte e algumas das atitudes que tomas(te). Juro que estive a um fio de o fazer, mas depois chego aqui e tu és cada vez mais asqueroso, mais repugnante, mais hipócrita e mais doentiamente assustador. E resolvi não o fazer quando vi que teimas em meter ao barulho, maltratar e incomodar pessoas que são muito importantes para mim, a minha família. Isso não to vou perdoar nunca. Sei que não vais deixar de me infernizar a vida e isso entristece-me, não só porque não posso ter uma vida “normal”, mas porque estou a ver uma pessoa que eu considerava “boa” tornar-se num autêntico monstro.

Não me peças para te perdoar, não me peças para voltar a agir contigo como agia, não me peças para estar contigo, porque não consigo. Porque nada desculpa as atitudes que tens tido para comigo, nem mesmo todo o mal que eu te possa ter feito. Muda, ou simplesmente pára, respeita o que te pedi, o meu espaço, a minha vida e, quem sabe, um dia te veja na rua e não tenha problemas em te cumprimentar, porque podes acreditar que te compreendo um bocadinho melhor.

Talvez um dia me vá arrepender disto, mas como costumo fazer o que “a hora ordena” (mesmo que tantas vezes saia prejudicada e prejudique outros), aqui fica.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Amo-te mãe!

"Joana, nunca te pedi que fosses a melhor e passares só é bom para ti. Eu trabalho não só por ti mas porque tenho que viver. Não entres em stress porque assim não fazes nada. E se não sabes devias saber que és a pessoa mais importante para mim e o que te digo é para que cresças consciente da vida, mas eu amo-te e nasceste porque eu desejei muito ter um bebé, independentemente do sexo. Amo-te incondicionalmente. Beijinho e muita calma para levares tudo na vida até ao fim. Amo-te."
02/02/2011
(Quero ir para a tua beira...)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O dia antes de amanhã.

Ó Porto... Hoje, podia olhar para ti como em tantas outras noites, mas o aperto é grande... Sinto a barriga às voltas, a garganta prende-se-me e a cabeça voa a mil à hora. É a hora...e eu não quero... Não me sinto capaz. Não, não quero. E se não consigo? E se não corre bem? E se tudo o que investiram em mim cai na água do Douro e lá vai como as minhas lágrimas?
Ó Porto, que tanto te neguei, não me negues tu agora...


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Teoria do Beijo



Keep
It
Simple,
Stupid!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

Que parva que eu sou!

Nem que o mundo vire três vezes, são artistas como estes que vale a pena ouvir!
No fim de uma semana tremendamente desgastante e pouco dormida, esta canção não podia ter aparecido em melhor altura: