O dia de hoje é apenas um pretexto para eu poder escrever aquilo que, consciente ou inconscientemente, sinto todos os dias.
A minha mãe é aquela pessoa que, quando eu estou bem, está lá, quando eu estou mal, nota a léguas! Que sabe o que eu sinto, o que quero, o que vou sentir e o que vou querer. Que me conhece melhor do que qualquer outra pessoa, chegando a fazer o feito incrível de não precisar de mim para ir às comprar e tudo aquilo que traz me assentar na perfeição.
A minha mãe é fofinha, quentinha e faz todas aquelas comidinhas que eu tanto gosto.
Infelizmente, de há dois anos para cá, tenho-a a mais junto a mim. Algo que parecia insuportável ao inicio, torna-se, agora, algo indispensável: a presença, a companhia, os lanches a meio do estudo, os bolinhos, as sobremesas... Tudo! A minha mãe é essencial para mim. Devo-lhe muito da minha vida e devo-lhe principalmente tudo o que hoje sou.
É certo que às vezes é chatinha e rabugenta, que até me chega a fazer desesperar, mas é a minha mãe e eu admiro-a e amo-a acima de tudo!
(Foto: É suposto os anéis serem iguais, os "estados de espírito" é que são diferentes.)