terça-feira, 11 de maio de 2010

Estou doente e melancóóólica.....

Faltam quatro dias e estou mesmo doente. O meu corpo dói, a minha cara mete medo, a garganta dói ainda mais, o nariz está em ferida de eu tanto querer respirar e não conseguir e os ouvidos pouco ouvem. Será praga? Talvez, no Egipto haviam muitas...
O certo é que estou doente e tudo o que quero são rápidas, mu
ito rápidas melhoras!...
(Faltei às aulas. Dá para entender a gravidade do meu estado?)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A sete chaves!

Lamento se alguém, porventura, vai ficar desapontado com tal decisão, mas venho por este meio informar todos os indivíduos que se consideram do sexo masculino e arredores que me encontro fechada para férias por tempo indeterminado. Razões de maior levaram-me a crer que tudo aquilo que se intitula ser pensante com duas cabeças consegue ser ainda mais animal que as próprias criaturas irracionais. Por tal motivo, e por chegar ao cúmulo dos cúmulos da desilusão, do cansaço, do máximo desgaste e tristes ensinamentos da vida, dou assim por certa esta decisão.
E escusam de bater, não vou abrir!

P.S.- As mães têm sempre razão. Pena que nem sempre as filhas as oiçam...

domingo, 9 de maio de 2010

Perdi um almoço à borla...

... mas, apesar de todo o resto, ganhei uma enorme alegria (menos mau!).




(Já a garganta está mal, muito mal...)

sábado, 8 de maio de 2010

Mundo ao contrário

Por norma, quando a vida me oferece adversidades, cresce em mim uma vontade tão grande, tão forte de escrever, que só quando extravaso é que me consigo sentir melhor. Era assim que me conhecia e era assim que eu achava que ia ser sempre. Não é.
Desta vez, a oferta veio tão bem embrulhada, com um laço tão grande, tão bem recheada por todos os lados que me deixou literalmente sem palavras. E, contrariamente ao que seria de esperar, não me apeteceu escrever, não me apeteceu ouvir música "aos berros," não me apeteceu nem apetece coisa alguma. Só quero o meu silêncio, o meu espaço, o meu cantinho, o meu Castelo. Ao menos no meu mundo estou segura...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Tenho um dói-dói... aqui.

Ontem, estava com tanto, mas tanto frio que, quando fui beber o galão quentinho e acabadinho de fazer pela minha dona Helena, me esqueci que, provavelmente, estaria demasiado quente.

Resultado:
Queimei metade da língua!






Não é por nada, mas é bastante incomodo...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Crises existenciais III

Onde andas...

... cinco de copas?

domingo, 2 de maio de 2010

Para a minha mãe...

O dia de hoje é apenas um pretexto para eu poder escrever aquilo que, consciente ou inconscientemente, sinto todos os dias.
A minha mãe é aquela pessoa que, quando eu estou bem, está lá, quando eu estou mal, nota a léguas! Que sabe o que eu sinto, o que quero, o que vou sentir e o que vou querer. Que me conhece melhor do que qualquer outra pessoa, chegando a fazer o feito incrível de não precisar de mim para ir às comprar e tudo aquilo que traz me assentar na perfeição.
A minha mãe é fofinha, quentinha e faz todas aquelas comidinhas que eu tanto gosto.
Infelizmente, de há dois anos para cá, tenho-a a mais junto a mim. Algo que parecia insuportável ao inicio, torna-se, agora, algo indispensável: a presença, a companhia, os lanches a meio do estudo, os bolinhos, as sobremesas... Tudo! A minha mãe é essencial para mim. Devo-lhe muito da minha vida e devo-lhe principalmente tudo o que hoje sou.
É certo que às vezes é chatinha e rabugenta, que até me chega a fazer desesperar, mas é a minha mãe e eu admiro-a e amo-a acima de tudo!

(Foto: É suposto os anéis serem iguais, os "estados de espírito" é que são diferentes.)