Por norma, quando a vida me oferece adversidades, cresce em mim uma vontade tão grande, tão forte de escrever, que só quando extravaso é que me consigo sentir melhor. Era assim que me conhecia e era assim que eu achava que ia ser sempre. Não é.
Desta vez, a oferta veio tão bem embrulhada, com um laço tão grande, tão bem recheada por todos os lados que me deixou literalmente sem palavras. E, contrariamente ao que seria de esperar, não me apeteceu escrever, não me apeteceu ouvir música "aos berros," não me apeteceu nem apetece coisa alguma. Só quero o meu silêncio, o meu espaço, o meu cantinho, o meu Castelo. Ao menos no meu mundo estou segura...
*sussurro* mesmo que seja assim habitualmente, não te obrigues a falar. também tens direito ao silêncio, Joana (e toda a gente precisa dele) :)
ResponderEliminarTeresa Aguiar... Obrigada. (Não me surge mais nada, tal é o estado :s)
ResponderEliminarÉ bom esse sentimento. Não temos palavras, porque a emoção, a alegria fala mais alto. E quando assim é, vive-a. Somente.
ResponderEliminarNádia... O problema é quando esse sentimento é tudo menos positivo.
ResponderEliminarBoh e essa agora?! E eu a pensar que era uma coisinha boa. (A pensar morreu um burro, burra neste caso. xD)
ResponderEliminarNádia... Por norma, as adversidades não são coisas boas...
ResponderEliminarnão kero q escrevas um livro nao...
ResponderEliminarsaef... Talvez um dia, agora não me apetece...
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