Cheirou-me. Estava tão bem a fazer a minha síntese quando ele se sentou e me cheirou. E cheira-me. Cheira àquele cheiro. Ao teu cheiro. Porquê? Porque é que até nestas coisas não me deixas em paz? Desaparece pa! Pára de aparecer na minha cabeça! De aparecer em todos os lados! Em cada canção, em cada mensagem, em cada canto deste autocarro que tantas vezes me viu sorrir e chorar por ti! Eu não quero pensar mais, não quero sonhar mais, não quero iludir-me mais, não quero sofrer mais, não quero saber de mais nada! [Mas este cheiro…] Deus há-de ser grande e fazer-me esquece-te. De uma vez por todas! Sem retornos! Sê feliz mas longe de mim, porque neste momento a tua felicidade é a minha infelicidade. O teu sorriso são as minhas lágrimas, as tuas flores são o meu punhal. [Raios partam o cheiro! É que é mesmo à minha frente…] Eu jurei que não ia voltar a cair e caí… E dói tanto… Porque é que nunca tenho sorte em nada? Nem na porcaria de uma viagem de autocarro onde ainda vou ter de levar durante mais duas horas… com este cheiro. É que nem posso mudar de lugar porque vai cheio! E o diabo da síntese que não tem meio de se fazer… Esteve estes dias todos em águas de bacalhau, já ia a meio quando o computador foi abaixo e foi tudo ao ar, e agora… este cheiro.terça-feira, 8 de março de 2011
Cheiros
Cheirou-me. Estava tão bem a fazer a minha síntese quando ele se sentou e me cheirou. E cheira-me. Cheira àquele cheiro. Ao teu cheiro. Porquê? Porque é que até nestas coisas não me deixas em paz? Desaparece pa! Pára de aparecer na minha cabeça! De aparecer em todos os lados! Em cada canção, em cada mensagem, em cada canto deste autocarro que tantas vezes me viu sorrir e chorar por ti! Eu não quero pensar mais, não quero sonhar mais, não quero iludir-me mais, não quero sofrer mais, não quero saber de mais nada! [Mas este cheiro…] Deus há-de ser grande e fazer-me esquece-te. De uma vez por todas! Sem retornos! Sê feliz mas longe de mim, porque neste momento a tua felicidade é a minha infelicidade. O teu sorriso são as minhas lágrimas, as tuas flores são o meu punhal. [Raios partam o cheiro! É que é mesmo à minha frente…] Eu jurei que não ia voltar a cair e caí… E dói tanto… Porque é que nunca tenho sorte em nada? Nem na porcaria de uma viagem de autocarro onde ainda vou ter de levar durante mais duas horas… com este cheiro. É que nem posso mudar de lugar porque vai cheio! E o diabo da síntese que não tem meio de se fazer… Esteve estes dias todos em águas de bacalhau, já ia a meio quando o computador foi abaixo e foi tudo ao ar, e agora… este cheiro.
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