É mesmo verdade, o prédio onde morava na altura chamava-se “Palácio Avenida”. Como todas as princesas, tive uma infância alegre e muito mimada (era a única criança da família e assim permaneci até aos doze anos, altura em que nasceu a minha prima). Na escola, tinha as amiguinhas e, ao fim-de-semana, como todas as princesas, ia para o bosque brincar com os animais. Tinha até um “mémé” a quem dava o biberão e com o qual brincava à volta da mesa.
Depois, fui para o colégio e fui crescendo. Os ambientes e situações foram sendo diferentes ao longo dos anos e surgiram algumas guerras no meu reino, mas as fadas-madrinhas estiveram e estão sempre presentes para me ajudar a ultrapassar os problemas.
Hoje, encontro-me no derradeiro ano de princesa, pois no próximo serrei tratada por “bicho”, andarei toda suja a rolar pelo chão e estarei longe do meu confortável palácio.
Talvez a minha história não seja um conto de fadas, nem eu uma princesa, mas tudo farei para continuar a pensar assim e, quem sabe, se um dia não chegarei a ser rainha…
(2009-10-14, Trabalho de Português)

E tu és boa, Joana!
ResponderEliminarConheço este texto de algum lado... Hum, que estranho! Ahaha...
Ainda és "princesa", e tenho a certeza que um dia vais ser "rainha" nem que seja no teu mundo pequeno ;D
Beijinho colega do lado :p
Nádia, aí está uma grande verdade: todos podemos ser reis e rainhas, mais que não seja do nosso próprio mundo :)
ResponderEliminarObrigada pelo carinho*