quarta-feira, 29 de junho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cheira a Verão!


Um carro cheio de amigos, música nas alturas, vidros abertos, cabelos ao vento, ar quente e abafado, passeios por aí, esplanadas e café com gelo... Sim, o Verão já deu um cheirinho.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sim, foi impossível não chorar...





O melhor amor é aquele que podemos sempre despertar e enriquecer mais. É ele que acende o fogo dos nossos corações e traz paz às nossas mentes. E foi isso o que me deste... E é o que eu espero dar-te para sempre.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Déjà vu (?)

É tudo a mema m*rd*, tudo a mema m*rd*!

sábado, 4 de junho de 2011

Eu não era assim.

Ando farta.
Ando completamente farta de tudo, particularmente de confusões. E as confusões só existem porque há sentimentos e os sentimentos só existem porque existem pessoas. Ou seja, ando farta das pessoas. De todas as pessoas. Pareço uma tolinha do "tass bem, não me chateies".
Já me desiludi tanto com a vida (e com as pessoas) que neste momento pouco me importa se chove ou se faz sol. Só me importa que a água da chuva não me incomode e que os raios de sol não me deixem marcas. O resto pouco interesse tem. Não me lembro de ser assim, ou pelo menos de ser assim de uma forma crónica. Só espero que isto passe rápido... ou que não passe. Whatever, pouco importa também. Quero lá saber!...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Anacronismo?

Quando pensam numa velhinha num transporte público que imagem é que vos vem à cabeça? Hum... Que esteja a "fazer na renda" ou, quando muito, a ler a "Maria"? Nada disso! Está agarrada ao telemóvel a jogar Snake!!
[Escusado será dizer que eu sorri...]

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Crises Existenciais XX

Quando estava em Bragança a questão do "Está tanto calor, só me apetece ir para a praia (mas aqui não há)!" era uma constante. O certo é que a vontade lá passava e eu ia estudando e fazendo o que tinha a fazer. Estou no Porto. Ou Gaia. Whatever. O que importa é que tem praia e que, desta vez, sempre que a questão surge já não há lá o "mas"... E pronto, uma pessoa não tem culpa de ter aulas secantes à tarde, não é? E tardes livres, não é? Pois está claro que não.